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Mestre de Cerimônia certo para seu Evento Inclusivo

Muitos pensam que a única função do Mestre de Cerimônias é apresentar o evento, não quando sua empresa contrata um mestre de cerimônias com a Emprol RH.

A Emprol RH conta com profissionais capacitados e com experiência em conduzir eventos em todo País. Entre eles esportistas, atores, palestrantes, que podem agregar mais valor ao evento com suas histórias de superação que na sua grande maioria conhecida por todos.

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Clodoaldo Silva, nadador. Acendeu a pira Paralímpica no Rio.

Clodoaldo Silva

Clodoaldo Silva

O atleta paraolímpico Clodoaldo Silva, natural de Natal, no Rio Grande do Norte, conheceu a natação no ano de 1996 como processo de reabilitação. Dois anos depois, participou do seu primeiro campeonato brasileiro conseguindo ganhar  três medalhas de ouro, e não parou mais de ganhar títulos mundiais. Em quatro paraolimpíadas (Sydney 2000, Atenas 2004, Pequim em 2008 e Londres, 2012,) ele coleciona a marca impressionante de 06 medalhas de ouro, 05 de prata e 02 de bronze. Com treze medalhas paraolímpicas, é o maior ganhador, em qualidade, do esporte brasileiro em edições dos jogos paraolímpicos. Trata-se de uma trajetória esportiva marcada por muitas dificuldades, garra, abdicação, superação e muita mais muita persistência e perseverança. O nadador é considerado um dos maiores atletas  da história do Brasil e do mundo. Em 2005, recebeu do Comitê paraolímpico internacional o titulo de melhor atleta do mundo, e do COB recebeu o prêmio de hors-concours, concedido até agora só aos dois Ronaldinhos: o gaúcho e o fenômeno. Toda essa carreira de sucesso é inspiração para Clodoaldo Silva viajar o Brasil com palestras  motivacionais, nas quais conta um pouco a sua história  e comprova que tudo é possível, para aqueles que crerem. Nos últimos cinco anos foram ministradas palestras para mais de 50 empresas, entre brasileiras e multinacionais. É ainda garoto propaganda e porta-voz da empresa Furnas, Centrais Elétricas e garoto propaganda e padrinho do Projeto Time Nissan. Integra o Grupo Bandeirantes de Comunicação como apresentador de um programa voltado para pessoas com deficiência pela Bradesco Esportes FM, Bandnews e TV Bandeirantes. Uma de suas maiores vitórias, e, orgulho, é quando recebe um elogio de uma criança, sem nenhum tipo de deficiência, que fala: "Quando eu crescer quero ser igual a você". Esse é Clodoaldo Silva, campeão e exemplo de vida dentro e fora d'água.

Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kWX4FroqllA



Sara Bentes é cantora, compositora e atriz (registrada com DRT), Sara Bentes é premiada internacionalmente com participações em festivais de arte nos Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Tailândia e Argentina.

Sara Bentes

Sara Bentes

Cantora, compositora e atriz (registrada com DRT), Sara Bentes é premiada internacionalmente com participações em festivais de arte nos Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Tailândia e Argentina. Sua experiência musical inclui música brasileira, música internacional e música infantil, em apresentações solo, com banda, com orquestra e coro. Em 2012, em parceria com amigos e com o pai, Sergio Bentes, ela lançou seu primeiro CD infantil, intitulado “Faz Sempre Sol”. Sara integrou a companhia de teatro Mix Menestréis e o Teatro Cego, ambos em São Paulo. Atua ainda na dança – experiência em ballet clássico, dança contemporânea, dança de salão e dança do ventre, circo, tem experiência em lira. Em 2011, lançou seu primeiro livro intitulado “Fotografias Poéticas de um Olhar Viajante”, pelo Clube de Autores. Já em 2013, lançou o livro de crônicas “Quando Botei a Boca no Mundo”. É palestrante e consultora de inclusão de pessoas com deficiência. Desenvolveu o projeto “Percepções”, para o programa Fantástico (Rede Globo), uma expedição de três meses que passou por nove países da América do Sul. Foi entrevistada na novela América (Rede Globo), cantou no quadro Mulheres que Brilham, do programa Raul Gil (SBT), cantou no programa Todo Seu, de Ronie Von (TV Gazeta), entre várias outras participações em programas de TV e documentários.

Geraldo Nogueira tem 22 anos de atuação na advocacia, foi por dois mandatos membro do Conselho Pleno e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RJ.

Geraldo Nogueira

Geraldo Nogueira

Geraldo Nogueira tem 22 anos de atuação na advocacia, foi por dois mandatos membro do Conselho Pleno e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB/RJ.

Em 1990 sofreu um acidente de carro, o que lhe causou uma paraplegia, mas Geraldo não desistiu de seus sonhos, investiu seu potencial nos estudos jurídicos, principalmente, voltados para defesa dos direitos humanos, sendo hoje a área de sua principal atuação.

Advogado militante nas áreas do Direito Civil, Direito Processual Civil e Direito da Pessoa com Deficiência, em caráter contencioso ou preventivo, tendo exercido assessoria jurídica junto a instâncias do governo estadual e municipal, para assuntos correlatos aos direitos da pessoa com deficiência.

Na área acadêmica ministrou curso de extensão sobre a constituição jurídica de organizações não governamentais na Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ.

Proferiu palestras para os membros do Ministério Público Estadual, Federal e do Trabalho, participou de congressos, seminários, simpósios e debates, tendo publicado artigos sobre os direitos da pessoa com deficiência.

É ator e humorista com deficiência visual. Gosta de interpretar e transformar as situações adversas da vida real de forma bem-humorada e divertida.

Jefinho Faria

Jefinho Faria

É ator e humorista com deficiência visual. Gosta de interpretar e transformar as situações adversas da vida real de forma bem-humorada e divertida. Atualmente, trabalha na “A Praça é Nossa”, do SBT, com personagem fixo no quadro “Os Malandros”. Já atuou em outros programas de televisão, como o “Humor na Caneca”, no programa do Jô, e o quadro “Quem Chega lá”, no Domingão do Faustão, ambos da Rede Globo. Participou do Festival Disquete e ganhou premiação na categoria Ator Revelação de Humor. Também entrou para o gênero de comédia Stand-up, com apresentações nas mais conceituadas casas de espetáculos. Realiza palestras em diversas empresas com o tema “PCD – Persistência, Coragem e Determinação”. Trata-se de uma palestra motivacional de conteúdo intenso com abordagem em diversos temas: liderança, desafios, inclusão, reconhecimento profissional, trabalho em equipe, entre outros. Tudo com muito humor e muita superação.



Ricardo Steinmetz Alves, atleta medalhista paraolímpico Futebol de 5.

Ricardinho Alves

Ricardinho

Nome: Ricardo Steinmetz Alves
Apelido: Ricardinho
Data de nascimento: 15 de dezembro de 1988 (27 anos)
Local de nascimento: Osório – RS
Residência: Porto Alegre - RS
Time atual: AGAFUC (Associação Gaúcha de Futebol para Cegos)
Posição: ala-esquerda
Número da camisa: 10
Seleção brasileira: desde os 15 anos (primeira convocação) é o capitão

HISTÓRIA:


Aos seis anos, Ricardinho Alves começou a luta contra o problema de visão (descolamento de retina).
Até os oito foram cinco cirurgias, mas não conseguiu a cura. O garoto que adorava futebol achou que o sonho de virar jogador profissional tinha acabado. Para que Ricardinho pudesse levar uma vida melhor, os pais se mudaram com toda a família de Osório para Porto Alegre. Na capital, ele começou a estudar no Colégio Santa Luzia, uma referência para deficientes visuais. Lá conheceu o professor Dodô, que o incentivou e descobriu todo o talento de Ricardinho para o futebol de 5. Os treinos deram certo. Ricardinho utiliza toda a memória visual (cores, formato) da infância para fazer os movimentos. Ele acha que o fato de já ter enxergado o ajudou e ainda ajuda muito. Quando começou a treinar, tinha tudo bem vivo na memória. A maneira de chutar a bola, o passe, o drible ...
Aos 12 anos, Ricardinho já jogava contra meninos de 15 a 17 anos, e, com 15, foi convocado pela primeira vez para a seleção brasileira.

Jessica Paula, Jornalista especializada em reportagem especial, documentário e política internacional em Madri.

Jessica Paula

Jessica Paula


Jornalista formada pela Universidade de Brasília. Se especializou em reportagem especial, documentário e política internacional em Madri. Deficiente física desde os 6 anos de idade, ela usa suas muletas para ensinar pessoas a transformarem problemas em sucesso.
Andou, sozinha, por mais de 20 países. Conheceu tribos indígenas, campos de refugiados, trabalhadores escravos, ciganos, dentre outras experiências. Em seu último trabalho viajou, também sozinha, para áreas de risco entre Etiópia, Sudão, Sudão do Sul e Uganda, e escreveu material inédito sobre o conflito da região. Um livro premiado.
É diretora de formação e capacitação do Sindicato dos Escritores – DF. Atua como palestrante, escritora, consultora em desenvolvimento pessoal e empreendedora.